Em decisão tomada no dia 18 de março de 2026, o Tribunal de Contas da União determinou que o Ministério da Educação tenha 60 dias para suspender pagamentos feitos a CPFs de pessoas falecidas e corrigir outras irregularidades no programa.
De acordo com a auditoria, foram identificados depósitos para mais de 2 mil pessoas com CPFs ligados a indivíduos já falecidos, além de pagamentos a beneficiários fora dos critérios exigidos pelo programa.
A apuração também apontou repasses a pessoas com renda acima do limite permitido e a estudantes que não estavam inscritos no Bolsa Família no momento da solicitação, em 2024.
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